Tudo indica que o casamento bem sucedido entre a Rede Record e a Igreja Universal do Reino do Deus vai acabar em divórcio. Bem sucedido porque de acordo com uma publicação da revista Veja em outubro de 2007:

A Igreja Universal oferece à Record recursos para prosperar: 300 milhões 300 milhões de reais por ano, por meio da compra de horários na programação.

Esse dinheiro, proveniente do dízimo pago espontaneamente pelos fiéis da igreja, equivale a um terço de tudo o que a emissora arrecada no mercado publicitário. Trata-se de uma vantagem competitiva que nenhuma outra emissora desfruta.

Voltando ao assunto da separação, o JB Online publicou:

A Igreja Universal do Reino de Deus deve se separar da Rede Record em 2010. Reportagem do jornal Meio & Mensagem, especializado no mercado publicitário, a iniciativa partiu do próprio presidente da ordem religiosa e principal acionista da Record, Edir Macedo.

O objetivo seria mostrar ao mercado e ao público que a igreja é apenas um dos anunciantes da casa e não proprietária dela.

Segundo a assessoria da Record, a emissora desconhece qualquer comentário neste sentido, mas afirma que o contrato de locação da Iurd termina em 2010, informa o JC Online.

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